"Se nos demitirmos da intervenção activa, não passaremos de desportistas de bancada, ou melhor, de políticos de café." (Francisco Sá Carneiro)

sexta-feira, 2 de março de 2012

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Permissão de morte de bebés onde aborto é legal

Artigo admite permissão de morte de bebés em países onde aborto é legal.
Deveria ser moralmente aceite matar um recém-nascido nos casos em que a legislação prevê o aborto. A opinião polémica foi divulgada num artigo científico publicado no Journal of Medical Ethics.
No artigo «Aborto pós-parto: por que deve o bebé viver?», de Francesca Minerva, é questionada a vida do bebé recém-nascido nos países onde o aborto é legal. A autora já terá até recebido ameaças de morte devido a esta opinião.
Os mais críticos consideram esta ideia um apelo à legalização do infanticídio, ao considerar que matar um bebé nos primeiros dias não diverge muito de fazer um aborto.



Fonte: A Bola

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

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Governo vai alterar Acordo Ortográfico


Francisco José Viegas afirmou ontem que o Governo se prepara para alterar o Acordo Ortográfico até 2015 e que cada português é livre para escrever como entender.
O Secretário de Estado da Cultura afirmou ontem, em entrevista à TVI-24, que também ele não concorda com alguns pressupostos do Acordo Ortográfico, no entanto, argumenta que "até 2015 podemos corrigi-la (ortografia), temos essa possibilidade e vamos usá-la. Nós temos que aperfeiçoar o que há para aperfeiçoar."
Quando interpelado acerca de Vasco Graça Moura se ter recusado a adotar este Acordo no CCB, Francisco José Viegas admite que o presidente do CCB é uma das pessoas que mais se empenhou na luta contra este Acordo, sendo completamente natural e expectável a posição de Vasco Graça Moura e que "não há uma polícia da língua. Há um acordo que não implica sanções graves para nenhum de nós".

Fotografia: Francisco José Viegas
Ler mais: Expresso

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

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Devem os deputados beber água da torneira?

Nas passadas semanas, na Assembleia da República, foram feitos estudos à "forma" de beber água: se sai mais barato os deputados beberem água da torneira ou se sai mais barato os deputados beberem água engarrafada.
Sem dúvida que é um estudo bastante interessante, tendo em conta que são 4 mil garrafas de água por mês, mas será este estudo essencial? Será sequer tema para discutir na Assembleia da República?!
Independentemente disso, a AR afirmou que não tem meios para "garantir a higiene, quer na origem, quer na sua distribuição". E que só a água engarrafada é "100% natural e saudável e de excecional qualidade".
Ficámos assim a saber que os deputados têm de beber água engarrafada: é mais barato e é mais natural e saudável!


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