"Se nos demitirmos da intervenção activa, não passaremos de desportistas de bancada, ou melhor, de políticos de café." (Francisco Sá Carneiro)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

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Mas o que é a 'troika'?


Troika - palavra russa para um comité de três membros.
Em política, a palavra troika designa uma aliança de três personagens do mesmo nível e poder que se reúnem num esforço único para a gestão de uma entidade ou para completar uma missão, como o triunvirato histórico de Roma
Atualmente, é muito aplicada à equipa da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional que atuam no resgate a países endividados. É a troika que irá avaliar as contas reais de Portugal para definir as necessidades de financiamento do país. 
Conclusão, não é só o FMI que irá financiar Portugal, nem é só o Banco Central Europeu que negociará com o Governo. A troika será responsável por toda a acção de reestruturação económica do país.

Fonte: Wikipédia

Francisco Thó Monteiro

domingo, 15 de janeiro de 2012

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Divergências Laborais

Nos tempos que correm, por incrível que pareça, não é a austeridade, a consolidação orçamental, ou as privatizações que mais me fazem impressão. Talvez porque concordo com estas medidas, que constituem reformas estruturais para Portugal e para o seu futuro. Ou talvez será porque existem coisas realmente controversas que me fazem pensar sobre a coerência que lhes é inerente. Ou melhor, que não lhes é inerente. Falo de trabalho. Sim, de trabalho. Um assunto aparentemente simples, que ao principio parece obter um consenso por parte de todos, mas que gera inúmeras divergências quando aprofundado.

De que lado estar ? Do lado do patronato, que investiu todo o seu capital e que tanto lutou na construção da/s sua/s empresa/s ou do lado do operariado, que nada pior tem do que cumprir horários?
Acredito que o patronato deveria merecer maior respeito na nossa parte. Os investidores privados, que constituem o patronato empregam todos os dias o seu esforço para garantir um posto de trabalho para um vastíssima classe de trabalhadores (o chamado operariado). E o que fazem muitas vezes os trabalhadores? Muitos não estão dispostos a trabalhar nem mais um minuto para além do seu horário. Muitos não dão o rendimento que deveriam dar. E finalmente, o que mais me faz confusão, o que mais me intriga, e que por vezes me mal dispõe (e digo-o com toda a convicção) são as greves. Está na altura de abdicarem do egoísmo que os caracteriza, e de trabalharem para o bem comum. Dirijo-me a este conjunto de trabalhadores que exige à sua entidade patronal cada vez mais privilégios e mais benefícios, numa altura em que os próprios patrões tem dificuldades para pagar aos seus empregados os serviços mínimos. Os trabalhadores não estão a trabalhar para a sua entidade patronal. Os trabalhadores trabalham para a empresa da qual fazem parte!
É por estas razões e por muitas mais que defendo o novo Código Laboral, que mesmo não beneficiando o patronato, não o prejudica como antes acontecia.

Bruno Vieira
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A verdade dos números

Ultimamente, a imprensa têm falado muito das nomeações polémicas de Passos Coelho para a EDP e para a AdP (Águas de Portugal). No entanto, quando observamos os gráficos, não existem assim tantas nomeações como se faz querer parecer. Existe pois um elevado número de reconduzidos, muitos deles da época de Sócrates.
Apresento aqui a "verdade dos números".

Apesar de algumas nomeações poderem ser "escandalosas", porque se trata de militantes do PSD e CDS,  é certo que o primeiro-ministro teve em conta o profissionalismo e a capacidade de exercer o cargo previsto, como é exemplo o economista Eduardo Catroga, que vai ganhar um salário de 45 mil euros/mês, ou seja mais de 639 mil euros anuais, enquanto presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP.
Contundo, deixo um recado para Passos Coelho: não se trata de amiguismos, mas é preciso ter cuidado, porque pode dar (ou dá) a entender que é.

Francisco Thó Monteiro

sábado, 14 de janeiro de 2012

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O pastel de nata!

Na conferência do jornal Diário de Notícias (Made in Portugal), o ministro da economia, Dr. Álvaro Santos Pereira, questiona o porquê de nenhum empreendedor português ou estrangeiro ter pegado nas natas e começar a comercializá-las no estrangeiro, como se fez com o McDonald's ou como os donuts!
Aliás, até foi um emigrante português, na África do Sul, que começou a comercializar frango de churrasco e já tem uma cadeia de restaurantes como o McDonald's que se chama "O Nandas"!



Francisco Thó Monteiro
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